Por Paulo Daniel em Alem de Economia
As pesquisas, na média, apresentam favoritismo de Dilma Rousseff (PT), que está em torno de 12 % a frente de seu opositor José Serra (PSDB).
No que diz respeito aos debates, para os que assistiram, 39% dos entrevistados entenderam que Dilma foi melhor, outros 31% entenderam que Serra foi melhor e outros 31% não sabem dizer.
A pesquisa IBOPE perguntou aos seus entrevistados se pretendem deixar de votar em seus candidatos por conta do feriado.
A esmagadora maioria afirmou que não pretendem viajar. Dos eleitores de Dilma, 95% afirmaram que ficarão em seu domicílio eleitoral para votarem, enquanto que os eleitores de Serra corresponderam a 94%.
Ao afirmarem que Dilma vencerá a eleição, os institutos de pesquisa não só trabalham com o número apresentado, mas também com a tendência. A tendência apontada nas pesquisas é de um leve crescimento de Dilma e um decréscimo de Serra e redução dos indecisos. Por isso, o favoritismo de Dilma.
Para uma possível virada de Serra; primeiro, teria que ir muito bem no último debate promovido pela Rede Globo e, também, o debate não poderia ser em um tom morno, pois isso, vem a favorecer a candidata Dilma; segundo, teria que ampliar a abstenção no Nordeste para 5% e ao mesmo tempo angariar pelo menos mais 15% de votos naquela região, permanecendo todos os outros cenários constantes.
Por fim, as condições concretas que mantém o favoritismo de Dilma são o crescimento econômico, a ampliação da renda, o aumento do volume de empregos e o otimismo no presente e no futuro imediato da sociedade brasileira. Esses são alguns dos componentes que elegerá Dilma Rousseff (PT) a primeira Presidenta do Brasil.




