sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Dilma, Serra e as pesquisas...

Por Paulo Daniel em Alem de Economia


As pesquisas, na média, apresentam favoritismo de Dilma Rousseff (PT), que está em torno de 12 % a frente de seu opositor José Serra (PSDB).

No que diz respeito aos debates, para os que assistiram, 39% dos entrevistados entenderam que Dilma foi melhor, outros 31% entenderam que Serra foi melhor e outros 31% não sabem dizer.

A pesquisa IBOPE perguntou aos seus entrevistados se pretendem deixar de votar em seus candidatos por conta do feriado.

A esmagadora maioria afirmou que não pretendem viajar. Dos eleitores de Dilma, 95% afirmaram que ficarão em seu domicílio eleitoral para votarem, enquanto que os eleitores de Serra corresponderam a 94%.

Ao afirmarem que Dilma vencerá a eleição, os institutos de pesquisa não só trabalham com o número apresentado, mas também com a tendência. A tendência apontada nas pesquisas é de um leve crescimento de Dilma e um decréscimo de Serra e redução dos indecisos. Por isso, o favoritismo de Dilma.

Para uma possível virada de Serra; primeiro, teria que ir muito bem no último debate promovido pela Rede Globo e, também, o debate não poderia ser em um tom morno, pois isso, vem a favorecer a candidata Dilma; segundo, teria que ampliar a abstenção no Nordeste para 5% e ao mesmo tempo angariar pelo menos mais 15% de votos naquela região, permanecendo todos os outros cenários constantes.

Por fim, as condições concretas que mantém o favoritismo de Dilma são o crescimento econômico, a ampliação da renda, o aumento do volume de empregos e o otimismo no presente e no futuro imediato da sociedade brasileira. Esses são alguns dos componentes que elegerá Dilma Rousseff (PT) a primeira Presidenta do Brasil.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

As pesquisas indicam que destino da Bahia será confiado por mais quatro anos a Jaques Wagner


Wagner vai a 52% no Ibope/TV Bahia e aumenta a vantagem para vitória no 1º turno

Por Amigos da Bahia

O governador e candidato à reeleição, Jaques Wagner, ampliou para 37 pontos percentuais a diferença para os dois candidatos empatados em segundo lugar, e seria reeleito no primeiro turno se as eleições fossem hoje, segundo pesquisa Ibope/TV Bahia, divulgada na noite desta sexta-feira (24). Wagner subiu a 52% das intenções de voto, seguido por Paulo Souto e Geddel Vieira Lima, empatados com 15%.

Além de subir seis pontos percentuais desde o início de agosto, Wagner tem a menor rejeição entre os sete concorrentes, com 16%, o que é um indicativo que ainda pode crescer mais, por conta dos índices de aprovação do governo e de indecisos. Já Paulo Souto, que vem caindo no mesmo período, aumentou o índice de rejeição, chegando à casa dos 31%, a maior entre os candidatos. Ainda quanto à rejeição, Bassuma aparece com (23%), Carlos Nascimento (20%) e Geddel (19%).

Os demais candidatos que pontuaram na intenção de votos foram Bassuma com 2% e Professor Carlos, que tem (1%). Marcos Mendes e Sandro Santa Bárbara não pontuaram.

A pesquisa ouviu dos eleitores a opinião sobre a administração Wagner: 15% disseram que a gestão é ótima, 38% a consideram boa, 29% regular, 5% ruim e 8% péssima. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número 41452\2010 e realizada entre os dias 21 e 23 de setembro, com 1,5 mil entrevistados. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A democaracia de Paulo Souto


“Tem gente que ainda não aprendeu a conviver com a democracia, vive saudosa de experiências totalitárias. Não aceitam as diferenças nem o debate de idéias. Eleição para esses indivíduos é uma guerra sem princípios”.

O leitor pode não acreditar, mas a frase acima saiu da boca do ex-governador da Bahia e atual candidato ao posto, se referindo a supostos atos de vandalismo contra suas faixas de campanha em Vitória da conquista (Ba).

Por Geraldo Galindo (*)

Antes de entrar no mérito da citação acima, lembraria de um comentário que fiz numa recente Variedade Mundana (minha coluna semanal) sobre a entrevista do ex-chefe do SNI, Newton Cruz, reproduzida várias vezes na Globo News. Em determinado momento o General que vomitava bravatas disse mais ou menos assim: "você fala o tempo inteiro em ditadura (se referindo ao repórter), mas é bom lembrar que vocês (se referindo à Globo e à grande imprensa) nos apoiaram, apoiaram a golpe, estiveram conosco, agora é fácil pra vocês falarem em ditadura". Abro outra janela pra dizer que quando do anúncio do Plano Nacional dos Direitos Humanos e agora com a apresentação da versão inicial do programa de Dilma, a nossa direita fez investida furiosa contra o que chamou “ameaças de totalitarismo” - do suposto fim das liberdades democráticas, da sagrada liberdade de expressão - para eles, é claro.

Fiz essa regressão apenas para reafirmar como são cínicos os promotores da ditadura militar no Brasil. O chefão do SNI foi muito, mas muito feliz no questionamento ao funcionário da Vênus Platinada. Tantas criaturas que hoje bradam por liberdades, não passam de cínicos deslavados, pois não tem eles compromisso algum com a verdadeira democracia. Se for necessário um novo golpe no Brasil para restaurar o neoliberalismo em sua plenitude, e houvesse condições políticas para tal, essas viúvas do regime militar, incluindo aí o PGI, Partido da Imprensa golpista, não vacilariam em executá-lo. Até Sarney, olha só, o Sarney, se sentiu à vontade para a atacar o que ele considera escalada de autoritarismo na Venezuela. Na terra dele, o Maranhão, a ditadura que se foi desde o início da década de 80 no Brasil, ainda permanece, sob novas roupagens.

Voltemos a Paulo Solto. Bem, ele se encaixa perfeitamente nessa turma de hipócritas a que me referi acima - é um exemplo acabado. Amiga leitora, não é curioso um integrante do primeiro escalão dos governos mais corruptos e autoritários que se tem notícia na história do Brasil - o carlismo na Bahia -, dizer que "tem gente que não aprendeu a conviver com a democracia"? Apenas para refrescar a memória, o grupo ao qual o candidato pertence dominou politicamente a Bahia por cerca de 40 anos (controlando tudo: justiça, meios de comunicação, tribunais de contas, parlamentos etc). Eles foram base de sustentação do regime militar e aqui na Bahia não foram poucas as vítimas das torturas, das prisões e dos exílios.

Me vem à memória agora o período em que fui diretor de imprensa do Sindicato dos Bancários da Bahia, quando imperava a tirania de ACM/Paulo Souto. Na época encaminhamos uma campanha contra a privatização do BANEB, Banco do Estado da Bahia, (que seria doado ao Bradesco numa negociata que tomou ares de escândalo). Para conseguir uma agência que tivesse coragem foi uma enorme dificuldade (pois todas eram chantageadas e ameaçadas pela repressão política e fazendária). Sob ordem do aparelho repressivo de ACM/Paulo Souto todas placas de out-door foram SERRAdas. Se alguém fez isso com as propagandas de Paulo Souto é inaceitável, mas ele não tem moral alguma para condenar esse tipo de ação.

Mesmo após o fim da ditadura militar, permaneceu em terras baianas, tudo que se pode considerar como "experiências totalitárias". Comícios de adversários tinham a iluminação suspensa pela Coelba (companhia de Eletricidade da Bahia); passeatas eram reprimidas com violência implacável, os opositores tinham os telefones grampeados (inclusive o meu) e eram ameaçados de morte por telefonemas encomendados; as televisões só entrevistavam os membros do grupo e os adversários eram caluniados sem direito de resposta, prefeitos da oposição eram chantageados pelos tribunais de contas e da justiça etc.

Quem não aceita diferenças nem debates de idéias são aqueles que fizeram o mais criminoso cerco a uma gestão municipal que se tem notícia. Lídice da Mata, eleita prefeita de Salvador, teve as verbas da prefeitura sequestradas pelas empreiteiras e justiça comandadas por eles; os jornais e TVs a achincalhavam impiedosamente; o governo do estado fazia todo tipo de boicote (inclusive esburacando a cidade) e o governo federal, do qual eles participavam, fazia o mesmo, ou até pior.

Eleições sem princípios eram as que Paulo Souto participava. No horário eleitoral eles faziam os mais vis ataques aos adversários e não havia direito de resposta. Quando apenas se citava o nome do chefe, eles ocupavam o horário eleitoral dos demais partidos. Nos últimos dias de campanha, eles sempre ocupavam quase todo a “propaganda gratuita”l com o invariável "direito de resposta", logo eles, os caluniadores, tudo com a complacência de uma despudorada justiça eleitoral. Registre-se ainda que os poucos doadores de campanha dos opositores eram cercados pela Secretaria da Fazenda com todo o tipo de ameaças ( muitos empresários foram embora da Bahia por conta desse ambiente asfixiado).

Paulo Souto é um exemplo real e vítima exemplar de uma "experiência totalitária". Quando governador, não foi candidato à reeleição como queria porque o chefe do grupo não permitiu. Em entrevista o jornal A Tarde na ocasião ele disse que preferia ser candidato à reeleição, “pois não teria vocação para o legislativo”. No dia seguinte ACM o rebateu na imprensa (na verdade foi um tremendo esporro público) dizendo que a vocação dos membros de seu grupo era ele quem definia. O resultado é que Paulo Souto foi o único governador no país que não foi candidato à reeleição - uma humilhação a qual uma pessoa que se respeita jamais permitiria passar em branco. Mas, neste caso, a submissão falou mais alto e ele se manteve fiel às imposições daquele que nunca soube "conviver com a democracia.

O que restou do espólio carlista caminha para o esfacelamento. Esse é o destino daqueles que construíram uma amarga experiência totalitária que infelicitou o povo baiano por longos anos. O debate de idéias Jacques Wagner venceu em 2006 e vai vencer de novo agora.

(*) Geraldo Galindo é da direção estadual do PCdo B

Matéria pescada no Vermelho

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Vox Populi vai mostrar ainda hoje que Serra continua no "chulé"!



Já vazou. Agora é esperar só um pouquinho para confirmar, ou melhor, oficializar. O Vox Populi divulgará hoje, sexta-feira, à noite, os resultados da mais recente pesquisa. O jornalista Cláudio Humberto que divulgou: a Vox Populi apurou 43% para Dilma, 36% para Serra e 8% para Marina. Ou seja, Dilma abre 7 pontos de frente. Na modalidade espontânea a distância de Dilma é ainda maior. Dilma 28% contra Serra 20%.

E nos estados, a vantagem da candidata Dilma Rousseff (PT) fica ainda mais clara.

Se em Alagoas Serra está com uma margem de frente (39x35%), na Bahia perde de feio (54x25%) e sofre derrotas massacrantes no Maranhão (62x21%), Paraíba (58x28%), Pernambuco (61x24%), Piauí (58x24%), Rio Grande do Norte (56x31%). Serra está na frente também no Acre (44x16%, com a "verde" Marina Silva somando 25%) e Amapá (37x35%). No Rio, Dilma (claro) está na frente (41x25%), mas perde em São Paulo (41x32%), no Paraná (45x37%), no Rio Grande do Sul (42x37%) e Santa Catarina (44x33%).

No Estado de Minas Gerais, reino do tucano Aécio Neves, Dilma com 40% saltou à frente de Serra com 35%. Só resta dizer: gasta sola de sapato Serra, para comprar novos pares depois! E economiza viagens à Bahia que aqui os demo estão tão fraquinhos, que o sr. não vai conseguir grande coisa. Bye bye "dr" Serra!

terça-feira, 20 de julho de 2010

FRACASSA VISITA A ITABUNA E ILHEUS: SERRA VAI PERDER APOIO DE PAULO SOUTO?



“Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior
maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.”

Por Antonio do Carmo do blog Política com Dedo na Ferida


1 – EM ITABUNA, O PREFEITO, ANUNCIADA A PRESENÇA, NÃO FOI;

2 – EM ILHEUS, FOI NOS BAIRROS TEOTONIO VILELA E NOSSA SENHORA DA VITORIA E O POVO NÃO SAIU DAS CASAS;

O Paulo Souto, que apostava na visita de Serra pra tentar dar algum alento à sua candidatura que se debate em sérias dificuldades, deve ter ficado muito irritado com Serra e pensando seriamente se não vai acompanhar a posição da sua (sua?) bancada de deputados estaduais, que teimam em não fazer campanha pra ele, pregando o voto camarão.

Tem uma lei, cujo autor esqueci o nome, que diz o seguinte:
“Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior
maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.”
Foi assim. Deu tudo errado. E da pior forma possível.
JÁ COMEÇOU ERRADO.

Na desgastante queda de braços, em publico, entre o DEM e o PSDB, quanto à vinda ou não de Serra.

Juthay, que não vai perder a oportunidade de exercer “poder” , manda o Imbassahy confirmar a visita à Itabuna e ilhéus, sem consultar o DEM, que por sua vez, solta uma declaração de seu candidato dizendo que era “o PSDB que está organizando” (bem, agora vai poder cobrar o fracasso…)

O PREFEITO FOI ANUNCIADO. (e lá não foi…)

Imbassahy (que papelão ele ta fazendo, coitado…) tinha anunciado na imprensa, com pompa, que o ato em Itabuna contaria com a presença do prefeito da cidade, o Capitão Azevedo.

Lá ele não foi. Esse Capitão Azevedo, (não o conheço,) deve ser uma raposa da política em ascensão.
Porque derrotou o PT e o PMDB na eleição, se livrou de Fernando Cuma, que o tinha indicado e agora, sacramentou de vez que não está com Paulo Souto, fazendo-o passar uma terrível humilhação diante de Serra. (o prefeito é do DEM)

PRA PIORAR, O SERRA FALOU BOBAGEM.

Segundo o site Bahia Noticias, talvez já escaldado com a sucessão de coisas dando errado logo no inicio da visita, enquanto todos esperavam que Serra falasse, falasse um monte de coisas. Ele larga a perola de um chavão:

Eu só tenho uma coisa a dizer: muito obrigado. Viva Itabuna e viva a Bahia”,

Viva! (digo eu!)

E EM ILHEUS? UM CAOS! (conseguiu ser pior…)
Alguém de má vontade com Serra, (quem? Algum deputado? Algum apoiador de Wagner ou Geddel infiltrado ? não sei.) inventa de levar o pobre coitado do Serra, aos bairros : Teotônio Vilela e Nossa Senhora da Vitória.

Pense numa vergonha que você já passou em sua vida? Lá foi pior.

Me desce aquela ruma de políticos atrás de Serra, com meia dúzia de gatos pingados contratados, entrando bairro a dentro, passando diante da total indiferença da população que não saiu das casas, e mesmo diante do desastre, ainda foram no outro, que foi pior ainda com o pessoal contratado já com fome e com sede, (cumprindo tabela, putos da vida) sem nenhuma animação.

Serra nesse meio tempo falou umas bobagens sobre segurança e aeroporto de Ilhéus e a coisa ficou por isso mesmo, com as sérias seqüelas entre os dois partidos, que nos bastidores se acusam de boicote.